Sobre mim


Meu caminho até a psicologia não foi linear, e acho que isso é justamente o que me faz um profissional diferente.
Antes de me formar psicólogo, passei anos imerso em pesquisa e análise de dados na USP. Aprendi a pensar com rigor, a questionar pressupostos e a confiar no método antes de confiar na intuição. Quando escolhi a psicologia, não deixei essa formação para trás. Trouxe comigo.
Hoje, essa trajetória se traduz numa prática clínica que valoriza tanto a escuta quanto a evidência. Acredito que cuidar da saúde mental exige a mesma seriedade e fundamentação que qualquer outra área da saúde, e é assim que conduzo cada atendimento.

Formação
Sou graduado em Psicologia e atualmente curso pós-graduação em Avaliação Psicológica pela PUC-PR, uma das áreas mais exigentes da profissão, que demanda domínio técnico de instrumentos, normas e interpretação de resultados.
Minha formação anterior, voltada à análise de dados e métodos quantitativos na USP, me deu uma base que poucos psicólogos têm: a capacidade de ler pesquisas com olhar crítico, interpretar dados com precisão e fundamentar decisões clínicas em evidências, não apenas em impressões.
Como trabalho
Minha prática clínica é orientada pela Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) e pela Análise do Comportamento, abordagens com forte embasamento científico e foco em resultados concretos.
Na prática, isso significa que o processo terapêutico não se limita a falar sobre o que você sente. Trabalhamos juntos para entender os padrões que mantêm o sofrimento, desenvolver flexibilidade psicológica e construir uma vida mais alinhada com o que importa para você, mesmo diante de emoções difíceis.
Não prometo fórmulas prontas. O que ofereço é um processo estruturado, transparente e baseado no que a ciência psicológica tem de mais atual.


Para quem é
Atendo adultos que estão passando por momentos em que a vida pede mais clareza, mais presença ou mais direção. Algumas situações comuns entre as pessoas que me procuram:
Ansiedade que não dá trégua: pensamentos acelerados, preocupação constante, dificuldade de relaxar. A sensação de que algo está sempre prestes a dar errado.
Episódios depressivos: perda de interesse, cansaço persistente, isolamento. Quando o dia a dia começa a pesar mais do que deveria.
Momentos de transição: mudança de carreira, fim de um relacionamento, luto, mudança de cidade. Fases em que o chão parece instável e as decisões ficam mais difíceis.
Busca por autoconhecimento: vontade de entender seus próprios padrões, reações e escolhas. Não é preciso estar em crise para buscar terapia.
Se você se reconhece em alguma dessas situações, ou em nenhuma delas, mas sente que precisa de um espaço seguro para pensar, estou disponível para conversar.
